Sinto-me sozinho,/
como se nenhuma outra luz existisse./
A negritude avassaladora do mundo me engole/,
me sufoca e me acolhe/.
Sinto-me só./
Os pontos de luz que existiam/
vão se apagando/,
se distanciando./
Até que nenhum calor exista mais./
Até que eu esteja completamente só./
E jã não tenho vontade de enxergar outras luzes/
pois, sei que no final,/
elas se apagarão também./
E só me sentirei, só.
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